
Dezembro
'Nunca, ele nao presta, e eu sou frágil, me apego rapido.'
Janeiro
Ele nao larga do meu pé, nao para de mandar mensagens, nao para de me provcar. EU NAO QUERO.
Fevereiro.
É querido, gosto de conversar com ele.
Março.
Nao, Você nao está afim DELE.
Abril.
Sim, você está.
Maio.
Ela disse. Ele respondeu: Nao sei, estou com ela, e acho que gosto dela.
Mas as suas palavras nao condiziam com suas açoes, e mesmo assim, ele nao evitou.
Até que as coisas se acertaram. Largou dela, a outra na qual ela (ou eu) queria matar, pular no pescoço, dizer: você perdeu!
Estava muito bom, pelo menos pra mim.
Junho.
Mas a gente nao percebe até que ponto ele conseguia ser real, o quanto nao fingia. E é quando a gente percebe, que aquele cara que te traiu e despedaçou seu coraçao e sua mente nao merece aquelas lágrimas em público, aquela humilhaçao ridícula, que ele percebe isso tambem.
'Nao, nunca mais, olha o que ele fez pra mim, cansei de chorar'. Ok, da boca pra fora, a gente sabe.
Agosto
Mas depois daquele mês inteiro, daquelas súplicas para a ter de volta, ela decide seguir em frente. Pena que seu erro foi ter escolhido a pessoa errada.
Entao ele descobre. 'Acabou, ela é idiota, olha com quem ela se envolveu, qualquer um, menos um amigo.' Da boca pra fora, a gente sabe.
Setembro.
Idas e vindas e ela decide que nao foi isso que ela quis pra si, novamente. Os dois pensamentos concordam dizendo 'Nao te quero mais, você me fez mal'.
Outubro.
Logo, vou me envolver no mesmo erro, num erro que talvez me fizesse bem. Talvez dessa vez a ousadia foi maior. Mas ao ver que beijando aquele erro, tudo o que queria era o seu velho acerto, o sujeito oculto no 'Nunca mais'. Tentei me envolver, eu juro. Tentei acreditar que aquele erro ia ser bom. Taí, erros sao ruins.
Dezembro.
Tao ruins que a gente deixa todas as preocupaçoes com ele. E volta a pensar em seus acertos.
Naquele dia ruim, tudo o que ela conseguiu sentir foi sua presença, o seu colo, uma razao.
Inocência. Seu calor nao era meu. Sua vingança foi fria, seu erro também.
Uma semana. Doida de raiva, nao dava pra acreditar, as coisas pareciam ter melhorado.
E meu erro volta a acontecer, e dessa vez nao foi tao errado assim.
Janeiro.
Férias, tudo ótimo, e aquele erro me rondando. Provocando daquela maneira que ja me fez sentir falta.
Fevereiro.
Já era de se esperar, me fez falta, queria acertar novamente. Queria senti aquele cheiro, ter aquele beijo que era só meu. E consegui.
Março.
Até parece que ela nao sabia como era. Inocente. Aquele mundo era outro, aquelas coisas nao pertenciam à você.
Chega, cansei, nao quero mais saber de você e suas mal-criaçoes. E ele disse foda-se.
FODA-SE, tanto que foi provar isso com a mais fraquinha daquele lugar.
E eu ali, doida para cometer meu erro.
Mas meu erro talvez nao fosse meu, talvez a persuasao de meus acertos o convenceram a ser acerto de alguem tambem.
Abril.
Talvez a minha intençao naquela festa fosse mesmo errar. Mas o acerto incrivelmente me atraiu mais.
Nunca fui de dizer o que eu sinto assim, olhando nos olhos, sempre me esquivei.
E dessa vez foi assim, tiro certo, corri atrás.
Nao me arrependo.
Maio.
Sempre soube que um mês é amor, e é só isso. Mas eu pedi um ultimo acerto. Foi o pior beijo da minha vida. Amargo, com gosto de saudade, de final. E foi aquilo.
Largou minha mao, num dia 15. E no outro dia, toda essa história faria um ano.
Mas no meio de tantos erros e acertos eu sei que ERROS E ACERTOS fazem parte da vida. Mania minha, essa de repetir as coisas, as palavras, os momentos.
Nao reclamo, manias sao engraçadas, e da minha vida fiz piada. :)
noooooossa :| que lindo :m
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