quinta-feira, 10 de maio de 2012

Maio / 2012.

E quem diria, em meio a turbulências e misérias nesses 2 anos e meio, estamos em pé.
A tua falta é constante, mas tu, mãezinha, atendeu a nossos pedidos. Queria dizer, hoje, perto do seu dia, que é por você que levantamos todos os dias. Você foi e é ainda para onde estamos indo.
Somos daqui de baixo, meros trens em círculos, e tu, a estação onde vamos chegar. E a estação é como você, mansa, alegre, decorada com flores azuis e verdes. Verdes como a esperança que rondou todas as tuas histórias. Azuis como o céu que tu almejou.
Nossas vidas são como corredeiras, milhões de partículas agitadas, que foram interrompidas em uma barreira. A barreira, mãezinha, foi tua partida. E toda essa água represada em nós, agora flui como as águas mansas de um riacho. E o caminho percorrido por esse riacho vão de encontro a ti.
E quando tudo isso se concretizar, nossa vida já tão completa em suas mãos, será guiada por nós, sem perceber que foi tu que nos ensinou o caminho.
Pudera eu lhe mandar flores, e que existisse algum correio nesse mundo tão pequeno que entregasse um buquê de flores azuis e verdes no teu endereço. Verdes iguais a ti, Azuis iguais seu lar.


Muitas saudades, te amamos.

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