Há dias que não consigo mais vomitar meus pensamentos por aqui.
É estranho, por onde anda aquele eu intenso, vivo, intolerante? Acho que foi embora junto com tantos outros 'eus' que habitavam em mim.
Sinto que já fui aos céus e desci ao inferno em meros segundos. E me perdi no caminho. E me machuquei também.
Mas um amigo de fim de semana disse que somos carentes, que corremos riscos na busca por esse aparente conforto. Confortos vivos, por sinal. Eles, que se não fossem tao vivos, talvez não ferissem, não teriam garras, e não as omitiria.
Durante um curto espaço de tempo, sei que afoguei metade dos meus sentimentos num copo roxo e ainda senti a utopia do esquecimento. Não se esquece. Não se vive apenas do agora. Não há como sobreviver sem um passado para poder chorar sem culpa.
Hoje sorrio sem culpa. Choro menos. Sinto menos. Na verdade, sinto melhor. E recomendo...
Não desperdice metade desse tempo precioso se importando com o fútil, o superficial, a inveja.
Ou a preocupação superficial... Não sei mais viver de jogos, mas ainda os reconheço.
E delete a palavra 'status' da vida. Depois conversaremos e você concordará comigo.
Agora,com licença... 'Siga onde vão meus pés, porque eu te sigo também..'
Olá Ana..
ResponderExcluirLegal seu blog, bem profundo esse post, porém a pura realidade.
Gostei :)
Muito bom, gostei desse post, essa parte "E delete a palavra 'status' da vida" diz realmente como muita gente anda levando a vida, se resume em ocupado, ausente, on line.. enfim. O post também me fez lembrar de uma frase de Caio F. Abreu: Pare de correr atrás, pare de se importar. Seja indisponível, desapegue. Pessoas gostam, do que não têm.
ResponderExcluir