Essa semana recebi resposta de uma escritora que admiro muito, e ela me disse umas palavras, poucas, mas que fizeram o maior sentido. Ela me pediu para exercitar o que eu sei fazer de melhor, o que eu gosto de fazer. Minha paixão desde criança é o lápis e o papel. Escrever é obter o mundo nas suas mãos, fazer o que bem entender dele, abstrair a loucura em palavras. E é isso que faço todo dia, abstraio essas ideias tolas e compartilho parte da minha loucura com quem as lê. E se sente insensato como eu. De perto ninguém é normal, não é mesmo?
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Quando um sonho foi quebrado e Deus tirou o telefone do gancho, tu pensa que nao tem mais o que fazer.Mas nao brigue com Ele,nao guarde mágoa, nao se sinta frágil.Você é forte, Deus nao nos dá nada a mais do que podemos suportar.Sao provas de fogo que sempre vao aparecer e sempre tu vai tirar de letra.Uma porta se fechou, mas duas janelas se abriram.E lembra sempre que duas janelas trazem mais refresco comparada à uma porta entreaberta.Poe um sorriso no rosto,resgate a ternura que tu tem aí dentro,e contagie a todos, como sempre fez. Deixe a fraqueza chegar apenas para seu reflexo ver. O mundo pensa que você é fortaleza, e tu acaba acreditando.
Enquanto a mágoa permanecer,ela vai te levar até o fundo,e vai querer lhe enterrar junto com as memórias.Mas quando isso passar, a felicidade se abrange e as coisas dao certo, basta acreditar que tudo que vem até nós, vem por um motivo maior.
Enquanto a mágoa permanecer,ela vai te levar até o fundo,e vai querer lhe enterrar junto com as memórias.Mas quando isso passar, a felicidade se abrange e as coisas dao certo, basta acreditar que tudo que vem até nós, vem por um motivo maior.
Escrevi para uma amiga, esses dias.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Let it be
Quando te dói olhar para frente, quando o aperto e o vazio tomam lugar da mansidão. É aí que nem reza brava, amigos ou qualquer coisa vai adiantar. A única coisa a ser feita é esperar. O sentimento se foi, com ela. Ultimo suspiro, ultimo adeus, e não, nem disso foi capaz.
Inerte, fria , incapaz. Foi ali que começava, então, a fugir de tudo, a perceber a frieza do mundo e construir suas muralhas.
Sobre um suposto alicerce, segue subindo cada vez mais, buscando no prazer da distância um isolamento.
Não se aproxime, não tente arrancá-la dali. Dói, tira pedaço, diminui sua capacidade de subir.
E ela não quer ficar parada aqui, ela quer um lugar lá perto dela. Onde consegue o que nunca buscou, mas que no fundo é o maior desejo.
Acho que é pedir muito, um pouco de paz. Menos mentiras, menos decepções e insistências. A distância alimenta o vazio, e uma boa solidão pode até ser mais benéfica do que uma companhia que lhe traz felicidade, e inesperadamente lhe arranca tudo.
Não é bom estar no vazio, ela sabe.
Mas continua se distanciando do chão. Assim seja.
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